quinta-feira, 16 de maio de 2013

Crie blocos para reiniciar e desligar o PC na Tela Iniciar do Windows 8


Rick Broida, PCWorld EUA e Rafael Rigues, PCWorld Brasil
16-05-2013
Estes atalhos são fáceis de criar e irão lhe economizar tempo, e cliques, no dia-a-dia.

A nova interface do Windows 8 (que a Microsoft chama de “Interface Moderna”) pode ser mais bonita e mais fácil de usar em vários pontos, mas em outros a Microsoft deu alguns passos para trás. Por exemplo, o simples ato de desligar o PC é desnecessariamente complicado: é preciso abrir a barra de “Charms” (Teclando Windows+C), clicar em Configurações em Liga/Desliga e em Desligar.
Mas existe um jeito mais fácil: é possível criar um bloco na tela iniciar que faça todo o serviço com um só clique. Veja como.
1. Vá ao Desktop (teclando Windows+D), clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio e escolha a opção Novo / Atalho no menu.
2. No campo Digite o local do item: escreva shutdown /p e clique em Avançar.
3. Na próxima tela dê um nome para o atalho. Por exemplo, “Desligar”. Clique em Concluir.
4. Clique com o botão direito do mouse sobre o novo atalho e no menu que surge escolha o item Fixar na Tela Inicial.
Prontinho! Na próxima vez que você voltar à Tela Iniciar, verá um bloco chamado Desligar. Basta um clique nele para desligar o PC.
O mesmo método pode ser usado para criar um bloco que irá reiniciar a máquina. O processo é o mesmo, mas no Passo 2 o comando deve ser shutdown /r /t 0. É um zero no final, não a letra O. E não inclua o ponto final depois do zero. Só tenha cuidado, porque um clique nesse bloco e seu PC será reiniciado imediatamente, se aviso.
win8_desligar-360px.jpg
Blocos "Desligar" e "Reiniciar" na Tela Iniciar do Windows 8
Você também pode mudar os ícones dos blocos que criar. Antes de fixá-los à Tela Iniciar, clique com o botão direito do mouse sobre o atalho que criou e escolha o item Propriedades no menu. Na janela que surge clique na aba Atalho e no botão Alterar ícone. Escolha um novo ícone para o atalho, clique em OK,Aplicar e OK novamente. Prontinho! 
Fonte: PCWORLD

domingo, 7 de agosto de 2011

Dicas e softwares para você não ter dor de cabeça com suas senhas

Por PC World (US)

Publicada em 05 de agosto de 2011 às 08h00

Saiba como criar senhas simples, fortes e fáceis de lembrar para cada site que acessa, ou use ferramentas que cuidam disso para você.

Antes da internet, senhas tinham um pequeno papel em nossa vida cotidiana. Além da bancária, quais você tinha de lembrar? Provavelmente nenhuma. Mas agora você não pode clicar em um link sem ser direcionado a um site que requer password. Não importa se é um grande portal, ou um pequeno serviço, mais privativo. Quer entrar? Senha, por favor.
Para usuários, isso representa dois enormes desafios: criar senhas anti-hackers que sejam fáceis de lembrar, e utilizá-las de forma segura e conveniente. Porque, convenhamos, você nunca vai lembrar de todas. Algum tipo de organização é essencial.
É precisamente devido a esses obstáculos que a maioria dos usuários criam senhas pobres. Felizmente, não é muito difícil mudar seus problemas de segurança. Para iniciantes, vamos dar uma olhada no que constitui uma senha segura.

A Boa Palavra
Ano passado, crackers roubaram e postaram na internet centenas de passwords dos sites da rede Gawker, como Gizmodo e Lifehacker. O Wall Street Journal analisou essas senhas e descobriu que as mais populares eram: 123456password (sim, acredite!), 12345678lifehack qwerty.
Que vergonha, gente, que vergonha. E ainda piora: em um estudo em 2009, a firma de segurança Sophos determinou que um terço dos usuários empregam a mesma senha para tudo que fazem online. Isso significa que se hackers descobrirem sua senha para um site, descobriram as de todos os serviços que você usa.
É essencial usar uma senha diferente para cada site que visita. E como os hackers usam softwares para quebrar senhas, você não pode usar “123456” ou o nome do seu cachorro.
Então o que constitui uma boa senha? E como criar chaves que sejam boas para cada tipo de site? Você tem duas opções: automática e manual. Vamos começar pela última.

Faça seus próprios passwords
Quanto mais longa, melhor. A maior parte dos sites requer senhas com pelo menos seis caracteres, mas se você puder chegar a 10 ou 12, o nível de proteção vai aumentar, por diversas ordens de magnitude. (Mais caracteres significam mais possibilidades de combinação, o que torna mais difícil hackear).
A combinação de letras maiúsculas e minúsculas, com ao menos um número, e, se o sistema permitir, um símbolo. Então, por exemplo, já que você sabe que a palavra “password” é uma senha terrível, você pode vastamente aumentar a sua segurança iniciando a palavra com “P”, substituindo algumas letras por números e adicionando um símbolo.

P4ssw0rd#

Claro, isso não resolve o problema de ter várias senhas em diversos diferentes. Um método viável é começar pelo nome do site, e então construir senhas com ele. Por exemplo, para o Hotmail, você pode substituir o “o” pelo “0” e o “i” por 1, formando H0tma1l. Agora falta só um toque de personalização: adicione, por exemplo, suas iniciais no começo e repita-as ao contrário no final. Então a senha do Hotmail passa a ser rbH0tma1lbr.
Usando o mesmo método, minha senha nos fóruns online da PCWorld seria rbPCW0r1dbr. São 11 caracteres, incluindo uma mistura de letras maiúsculas e minúsculas e alguns números. Senhas não são muito mais impenetráveis que isso, ao menos segundo o Password Checker da Microsoft, que fornece uma nota. (A Microsoft recomenda que senhas tenham no mínimo 14 caracteres!) O que eu gosto nessa estratégia é a facilidade de lembrar. O nome do site, algumas trocas de letras por números e as iniciais como prefixo e sufixo.

Gerenciadores de Senhas

Se você prefere não se incomodar em inventar senhas seguras, não tema. Há muitos programas e serviços para podem ajudar. Gerenciadores de passwords como o LastPass e o RoboForm podem gerar um a senha única e anti-hackers para cada site que você entra, memorizá-las, e automaticamente entrar no portal, sem precisa preencher o campo de login. Tudo que você precisa lembrar é de uma senha-mestra do gerenciador.
Embora ambas as ferramentas integrem diretamente ao navegador, elas também têm um programa de encriptação pesada que você pode usar para mais coisas além de gerenciar senhas. Por exemplo, eu armazeno os números de Previdência Social (Social Security, que serve como RG e CPF nos EUA) da minha família, meus códigos de registro de software e até mesmo números de cartão de crédito. (Eu compro muitas coisas na internet, é muito mais fácil copiar e colar a sequência em vez de digitá-los todas as vezes ao concluir uma compra).
Esse tipo de informação pode ser útil para manter no bolso. Por isso, muitas pessoas armazenam senhas e similares em seus celulares. Infelizmente, elas tendem a colocar esses dados em locais inseguros, como notas e registros de ligações. Se seu aparelho for roubado, o criminoso pode se aproveitar muito dos seus segredos.
Sem problemas: Escolha um gerenciador que possa sincronizar com seu celular. Ambos os software citados oferecem compartilhamento com aplicativos para BlackBerry, Android, iPhone, e Windows Phone, mas, para isso, você precisa fazer o upgrade para a versão premium. O RoboForm Everywhere custa US$ 10 no primeiro ano e quase US$ 20 a partir do segundo. O LastPass sai por US$ 12 anualmente.
(Rick Broida)

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Para ser um líder bem-sucedido é preciso desempenhar múltiplos papéis

A transformação radical de imagem do executivo de TI que o momento exige demanda um grande esforço para gerir percepção, perfil, participação e performance pessoais e da equipe

Larry Bonfante *

Publicada em 09 de julho de 2011 às 11h00


Há 29 anos acostumado a gerenciar equipes de grandes empresas, Larry Bonfante, atual CIO da United States Tennis Association, sabe como ninguém o caminho das pedras para liderar.
“Um CIO de sucesso é aquele que ouve mais do que fala. No passado, era um conselheiro. Hoje, precisa olhar para frente e ser, de fato, um parceiro dos negócios”, afirma. ”Mas não é só isso. Muitos CIOs focam nos negócios e em tecnologia, o que não é ruim. Para ter sucesso, porém, é preciso voltar as atenções também para as pessoas”, adverte Bonfante.
“Não é porque você lidera bem a organização que está entregando valor. É preciso ter por trás pessoas que entendam o valor e a missão da companhia”, diz.
(*) Como presidente do Fairfield-Westchester, membro do CIO Executive Council, e gestor de projetos de coaching, Bonfante acumulou toda a experiência que passa para outros CIOs em palestras, como a que abriu a Premier 100 IT Leaders Conference, realizada pelao grupo Now Digital Business em meados de maio, na Bahia, e no livro Lesson in IT Transformation e as qualidades exigidas para ser um CIO de sucesso, do qual reproduzimos alguns trechos a seguir.
@@@@@@
O que é um CIO?
O termo CIO significa muitas coisas em várias organizações. A ideia de criar a posição de Chief Information Officer (diretor de tecnologia da informação) tem pelo menos 25 anos. Os CIOs têm, historicamente, recebido a missão de cuidar dos serviços e bens de tecnologia das organizações modernas. No entanto, hoje, mais do que nunca, fica clara a mudança do foco, de simples “provedor de energia elétrica” para aquele ser que mantém as luzes acesas.
O CIO moderno é um evangelizador, um inovador, um gerador de receita, um especialista em consumidores e um gestor de relações executivas. Esses atributos nem sempre são inatos em muitos executivos de TI, que cresceram nas fileiras de tecnologia das organizações. Vamos nos focar nos talentos que precisam ser cultivados e incorporados ao seu portfólio se você espera ser um CIO bem-sucedido daqui para frente.
O papel do líder
Todo líder deve usar vários chapéus. Para conseguir liderar com sucesso o processo de mudança, uma pessoa precisa, de fato, atuar em diversos papéis e várias conjunturas no processo de transformação. São eles:
1 - Executivo de negócios
Primeiro, e mais importante: um CIO é um executivo de negócios. Espera-se de qualquer um que tenha um “C” no seu cargo que atue como um executivo e que tenha visão abrangente de toda a organização ao tomar decisões. Conhecimento funcional e experiência são os pés da mesa, não os diferenciadores. É claro que o Chief Marketing Officer (CMO) é um especialista em marketing de produtos e serviços da empresa e entende como a companhia está no cenário competitivo no mercado em que atua.
Do CFO espera-se habilidade em gerir o fluxo de caixa e determinar os melhores investimentos para os bens da empresa, que garantam liquidez no curto prazo e crescimento no longo prazo.
Do CIO é esperado ser capaz de alavancar, com soluções de tecnologia e informação, a agenda estratégica da organização.
O real valor agregado é quando esses líderes de negócios conseguem arregaçar suas mangas e sincronizar seu conhecimento coletivo de negócios, bem como suas especialidades e experiência funcional para criar a estratégia e gerar valor para a empresa.
Se você quer um lugar nessa mesa, primeiro precisa saber o que fazer quando sentar lá!
2 - Pregador (ou evangelista)
Há uns dois anos, ouvi uma apresentação em uma grande conferência de tecnologia em que o palestrante afirmava que como líder era imperativo que você inspirasse as pessoas do seu time. Inspiração não é uma palavra que muitos executivos de TI usem comumente.
Quando alguém pensa em inspiração, tende a pensar em imagens de treinadores de futebol que levaram seus times a vitórias épicas. Ou, eventualmente, de grandes oradores carismáticos como Martin Luther King ou John F. Kennedy, que conseguiam mover multidões com sua visão e paixão.
Quando ouvi essa apresentação, admito que fiquei um pouco intimidado, no início. Considerava-me várias coisas, mas inspirador não era necessariamente um adjetivo que usaria para descrever a mim mesmo.
No entanto, se você olhar a explicação de “inspiração” no dicionário, vai encontrar várias definições. Eis a que encontrei no Webster: A ação ou o poder de mover o intelecto ou as emoções. Vamos pensar um pouco sobre essa definição e ver como ela se aplica a líderes verdadeiros.
A liderança de fato exige mover o intelecto e as emoções. Um líder precisa convencer, persuadir e influenciar pessoas a devotar sua energia e seu talento em busca de um objetivo que valha a pena.
Ele também precisa atingir a pessoa no nível emocional, tocando naquele ponto que a faz dar o melhor de si mesma. Líderes estão sempre trabalhando para influenciar as pessoas em torno de si e sugerir ações e ideias que eles precisam que sejam abraçadas e perseguidas. Quando inspiração é colocada nesses termos, ela se mostra bem menos intimidadora e muito mais prática de ser considerada.
Portanto, sugiro a você que o primeiro papel que um líder deve exercer é o de ser um pregador, um evangelizador.
Líderes precisam inspirar seus colaboradores-chave em sua esfera de influência a abraçar as novas ideias, novas visões e novas direções e devem, de alguma forma, conseguir que a mente e a alma dessas pessoas atinjam o entusiasmo, a energia e o compromisso necessários para gerar a mudança transformadora.
3 - Capitão do navio
O próximo papel que um líder deve exercer é o que eu chamo de capitão do navio. Um líder de fato ajusta o curso da nave que está pilotando. Deve convencer as pessoas a escolher aquele curso em vez de tantos outros trajetos potenciais para o destino escolhido, mesmo que os outros pareçam mais fáceis ou mais atraentes. O líder deve também manter as pessoas focadas no destino quando os ventos ficam mais fortes ou as águas agitadas. Precisa assegurar que a tripulação esteja preparada para a longa jornada de transformação e que há suficiente espírito de equipe que proteja a todos de um possível motim em face da dificuldade.
4 - Professor e Treinador
Vi inúmeros CIOs frustrados pelo fato de que os membros de suas diretorias ou times executivos “não entendiam o ponto”. Eles reclamavam de como suas equipes entendiam de tecnologia e de como implementá-la e acabavam se sentindo superiores porque usavam termos que outras pessoas não conseguiam entender. Também se frustravam quando seus times erravam caindo em armadilhas que pareciam óbvias para uma pessoa mais experiente.
Um dos papéis críticos para um líder eficiente é ser um professor paciente e aberto. Isso exige alguns critérios.
1. Você precisa estar disposto e ser capaz de explicar ideias e soluções técnicas complexas em termos leigos.
2. Você precisa estar disposto a educar pessoas-chave não apenas naquilo que você está tentando cumprir mas também porque isso importa a elas e porque seu modo de executar é o melhor.
3. Você precisa conseguir que pessoas eficientes e bem-sucedidas sintam-se mais confortáveis, vivendo num mundo que parece estranho para elas e no qual elas até eventualmente sintam-se inadequadas ou estúpidas num primeiro momento.
4. Você precisa ser o mentor de seus colaboradores e ajudá-los a crescer e a desenvolver os atributos que eles precisam para evoluir como líderes eficientes por seus próprios méritos.
Quando uma pessoa aprende a dirigir um automóvel, parece que tem de se lembrar de dúzias de coisas ao mesmo tempo: checar o retrovisor, pisar no acelerador, ligar o pisca-alerta na curva, checar a velocidade etc. Um motorista experiente faz isso tudo sem pensar. Na verdade, muitos de nós dirigimos para o trabalho e nem conseguimos lembrar como chegamos de um ponto a outro, como se estivéssemos em transe! Mas se olhar um pai tentando ensinar o filho a dirigir, vai ver rapidamente o monte de coisas que tomamos como óbvias e que fazemos sem pensar mas que para uma pessoa leiga ainda precisam ser ensinadas e explicadas.
Se você é um fã dos esportes, já deve ter percebido que muitos dos grandes jogadores do seu esporte favorito falham quando tentam ser treinadores. Para um atleta muito talentoso, é difícil entender por que um jovem jogador que ele está tentando treinar não consegue fazer as coisas que ele fazia com tanta facilidade. Frequentemente, os melhores treinadores são aqueles que foram jogadores médios. Eles sabem o que é ter de aprender e lutar para aprimorar a qualidade. Eles têm mais paciência e um grande nível de empatia e abertura para ensinar e explicar princípios básicos para seus jogadores.
Parte de ser um bom treinador é saber quando ensinar, quando corrigir e quando deixar as pessoas caírem e levantarem por si mesmas para bater a poeira e dar a volta. Uma das coisas mais difíceis de fazer como treinador ou pai é olhar quando alguém que você ama leva um tombo e rala os joelhos. Aparece um desejo incontrolável de dizer “não faça isso! Eu fiz e não deu certo para mim. É um erro e vai lhe custar muito!”. Mas parte de ensinar as pessoas é deixá-las descobrir suas próprias verdades e aprender suas próprias lições. Sentir a emoção Líder é o mentor dos colaboradores. Precisa ajudá-los a crescer e a desenvolver atributos para evoluir por seus próprios méritos de uma falha pode ser uma poderosa ferramenta de aprendizado.
Há a história de um jovem que estava olhando uma taturana tentar sair do seu casulo para virar borboleta. Ele olhava enquanto a criatura tentava quebrar a crisálida e sair. Até que não aguentando mais ele mesmo cortou o casulo para que a criatura pudesse sair. Ao sair, em vez de voar, a borboleta caiu no chão, inerte, incapaz por não ter tido tempo de fortalecer as asas que teriam se desenvolvido melhor se ela tivesse saído do casulo por seu próprio esforço. Parte de ser um técnico e um professor é saber quando deixar seu time cometer erros, consertá-los e fortalecer suas asas para que possam voar por conta própria.
5 - Líder de Torcida
O papel de líder de torcida é frequentemente esquecido pelos líderes. Muitos de nós crescemos num mundo difícil, no qual era esperado que fossemos fortes, motivados e adultos. Talvez não tenhamos recebido cumprimentos das pessoas que nos chefiavam ou que estavam em posição de autoridade.
As pessoas geralmente são educadas de uma forma que valoriza a independência e a individualidade. Tudo isso está bem e é bom. Mas muitos de nós lembramos de uma experiência na infância quando um professor ou um treinador nos disse uma palavra gentil ou elogiosa reconhecendo uma coisa boa. O que isso nos fez sentir? Você consegue lembrar como foi quando seus pais ou professores vendo que você estava mal disseram para aguentar firme que você seria capaz de conseguir executar aquela tarefa?
Ser um líder de torcida para seu time é simplesmente reconhecer seus esforços, dar a eles um tapinha amigo no ombro e gastar um pouco de tempo e esforço ao encontrá-los fazendo alguma coisa correta. Todos nós queremos nos sentir apreciados e valorizados. Uma palavra de apoio ou de ânimo num momento difícil pode significar mais para uma pessoa do que você pode imaginar.
6 - Estrategista
Parte de ser um líder de negócios eficiente envolve ajudar a desenvolver e a definir a direção estratégica da sua companhia. Isso inclui não apenas entender a missão da empresa e a direção, como também suas forças e fraquezas, mas ainda compreender o cenário competitivo em que estão jogando de forma a entender como posicionar sua empresa para garantir o melhor resultado e sucesso. Hoje, mais do que nunca, tecnologia e informação são absolutamente componentes críticos para a estratégia de uma organização em qualquer indústria. Seja para alavancar o conhecimento sobre o consumidor de forma a posicionar mais eficientemente seus produtos ou serviços ou para usar a mídia social, visando divulgar e fazer o marketing dos seus esforços, a tecnologia está no centro de como vivemos e fazemos negócios.
Nesse sentido, não só o CIO precisa ter “um assento na mesa principal”, como também precisa ajudar a direcionar a estratégia de competir no mercado do século 21 quando chegar lá. TI não é mais uma função de bastidor e um custo para os negócios. Se utilizada de forma eficiente, pode ser um diferencial competitivo que separa a liderança do mercado da falência!
7 - Inovador
Mais do que nunca, a função de TI é colocada como motor da inovação na empresa. Seja alavancando o marketing e a comunicação, seja usando inteligência de negócios (BI) para ajudar no uso estratégico dos bens ou mesmo garantindo processos e ferramentas para que os times trabalhem de forma colaborativa em qualquer lugar e a qualquer hora.
Inovação é uma expectativa. Não é suficiente que a TI instrumentalize a inovação. Parte do nosso papel de líderes é levar à inovação e recomendar usos criativos da tecnologia para ajudar uma empresa a se diferenciar de um mercado cada vez mais cheio de competidores.
8 - Gerente da Loja
Muitos executivos de TI se arrepiam ao ver a tecnologia ser considerada um bem como a energia elétrica. Mas vamos nos lembrar que em uma hierarquia de valores, o único jeito de chegar ao topo é ter os degraus inferiores da escada bem sólidos. Ignore o lado utilitário de TI por sua conta e risco! Vamos ver quantas conversas estratégicas seu time executivo vai ter com você se o email estiver pifando constantemente. Ninguém o levará a sério como arquiteto de estratégia de negócios, se você não conseguir manter as luzes da sua própria casa acesas. Não estou sugerindo que você se foque nos aspectos táticos de serviços de commodities. Estou simplesmente declarando que para conseguir ganhar credibilidade como agregador de valor estratégico, precisa fazer o trem chegar na hora todos os dias.
Fazer a área de TI entregar os serviços básicos de forma consistente, no tempo e dentro do budget não é “sexy”. Mas é, no entanto, o trabalho crítico, imperativo e vital de todo CIO.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Direito e TI são temas do curso de pós-graduação da USP

Parceria entre a Escola Politécnica (Poli) e a Faculdade de Direito do Largo São Francisco, ambas da Universidade de São Paulo (USP), vai viabilizar o curso de pós-graduação latu sensu Direito e Tecnologia da Informação, que visa preparar a gerência das organizações para tomar decisões mais conscientes.
De acordo com as instituições, o curso vai prover formação teórica para compreender o Direito e a Tecnologia da Informação, além das implicações legais da criação, da disseminação e do uso da TI em termos de direitos e obrigações.
Além disso, vai ajudar na formação de espírito crítico e de habilidades técnicas e jurídicas para atuar preventivamente, investigar e solucionar conflitos decorrentes da criação, da disseminação e do uso da TI.
Para o coordenador do curso, o Prof. Dr. Edson S. Gomi, da Poli-USP, a TI está provocando mudanças profundas não apenas nas áreas técnicas, mas em toda a sociedade. “Surgem então dúvidas e conflitos que ultrapassam as fronteiras do conhecimento tecnológico e chegam ao domínio da área jurídica”, atesta Gomi.

De onde virão os futuros profissionais de TI?

Encontrar a equipe de TI certa é essencial para manter a sua empresa funcionando. O que você tem feito para preparar a próxima geração de TI para as suas necessidades futuras?

Todd R. Weiss, CIO/US

Publicada em 26 de julho de 2011 às 15h02


Bons profissionais de TI não aparecem na sua porta quando você precisa deles, simplesmente. Na verdade, é geralmente difícil para empresas encontrar funcionários com habilidades e temperamento certo para fazer todas as coisas difíceis necessárias para que seu sistema continue funcionando.
O recrutamento pode ser difícil e demorado, dependendo das qualificações e certificações que você busca nas suas novas contratações.
Precisa de pessoas com conhecimentos em ERP, CRM, CI e outros aplicativos corporativos? O que você tem feito para isso?
Diante dos fatos, não posso fazer outra coisa se não me perguntar por que empresas e executivos de TI não buscam oportunidades inovadoras para criar seus próprios futuros  funcionários de TI, como os próprios fornecedores da área de TI estão fazendo. 
Mas do que cargas d’água eu estou falando?
É simples. Você já pensou em investir em pessoas omo você faz com hardware, software, equipamento de escritório e tudo que faz sua empresa funcionar?
A maioria das 95 Melhores Empresas para Trabalhar em TI &Telecom no Brasil, segundo levantamento realizado anualmente pela organização Great Place to Work® Institute Brasil (GPTW) e a revista COMPUTERWORLD, faz parcerias com universidades para buscar na fonte os seus talentos, como é o caso da citada Radix, que mantém acordo com 12, e tem 60% de seus contratados vindos de instituições de ensino.
Mas também há as que preferem reforçar a estratégia de formação com a criação de "universidades" internas que visam capacitar seus colaboradores no core de suas atividades, especialmente em suas tecnologias.